Mostrando postagens com marcador Bush. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Bush. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

- DesenBUSH -

Pergunta: Será que Obama vai ter a mesma habilidade como presidente?

E lá está o excelentíssimo senhor presidente dos Estados Unidos, já tão comentado aqui neste blog, mostrando toda a sua habilidade em (se) desviar dos problemas que surgem. É claro que não ia demorar nada para que o fatídico episódio da já clássica sapatada, virasse "arte pop" pela internet. Já surgiu um jogo online onde você mesmo pode dar as suas sapatadas em Bush, como já surgiram diversas imagens animadas em arquivos gif, contando o acontecido da sua própria maneira e esbanjando criatividade.

Caso você não more neste planeta e ainda não tenha tomado conhecimento do tal "atentado", no último domingo (dia 14/12) durante uma entrevista coletiva em Bagdá, o jornalista iraquiano Muntazer al-Zaidi levantou-se, xingou e atirou um sapato bem na cara do presidente americano, que mostrando reflexos cinematográficos, se desviou do primeiro projetil. Não contente, o jornalista jogou o segundo sapato, mas esse passou longe. Logo em seguida, seguranças dominaram o repórter que foi preso. Segundo as más línguas, ele foi preso justamente porque errou a sapatada. No Iraque, atirar sapatos a alguém é uma ofensa grave, que significa mais ou menos que o sujeito não é digno do chão que pisa.

Hoje foi veiculada uma carta onde o repórter Zaidi pede desculpas pelo acontecido (será mesmo?). Mas já era tarde... ele já é o herói nº 1 dos anti-Bush de plantão, neste mundão afora. Vejam a criatividade da fértil mente humana e mais abaixo, o vídeo com o episódio.

Situação 01 - O treinamento:


Situação 02 - o que aconteceria se o repórter acertasse:


Situação 03 - Pastelão:


Situação 04 - Especial de Natal:


Situação 05 - O Sapato Mortal:


Situação 06 - A pisada:


...E o vídeo na íntegra com o que aconteceu:



sexta-feira, 7 de novembro de 2008

- Trailer - A Luta pela Esperança -

Eu não sou muito chegado em ficar colocando vários posts seguidos sobre o mesmo assunto (no caso de hoje, sobre filmes), mas desta vez abro uma exceção porque o momento tem muito a ver com o que vai ser falado e portanto, será mais ou menos um post especial. Hoje vamos falar do filme "A Luta pela Esperança" (Cinderella Man), baseado na vida do lutador de boxe James J. Braddock, que nos anos 30 virou um símbolo de superação americana após a grande depressão e um ídolo do esporte. Ultimamente me lembrei várias vezes desse filme, primeiro por causa de um comentário que fiz no blog da nossa amiga Vanuza sobre favela, depois sobre o atual momento de crise nas bolsas de valores iniciada pela especulação no mercado hipotecário dos Estados Unidos e por fim, com a eleição histórica de um presidente negro para suceder um dos piores presidentes da história estadunidense, que já é tão "homenageado" aqui no nosso blog em diversos momentos. Mas como diria "Jack - o estripador", vamos por partes!

"A Luta pela Esperança", como já dissemos no começo, é um filme que mostra a escalada do pugilista James J. Braddock, que ganhou o apelido de Cinderella Man, fazendo uma analogia com o conto de fadas Cinderela, por conta das duras penas que ele e sua família passaram neste período retratado no filme, superado com muito esforço (literalmente). Eu imagino o que muitos de vocês (que não conhecem o filme) devem estar pensando agora: "Ah!! Mais um filme de boxe, não!!!".

Mas aqui, o boxe trata-se apenas do fio condutor da trama... o grande ponto do filme é mostrar a "grandeza" de Jim Braddock, lutador talentoso e tido como uma grande promessa do boxe no final dos anos 20, que é sensivelmente afetado pela crise da quebra da bolsa em 1929, assim como tantos também foram neste mesmo período, e que foi obrigado a passar por maus bocados sem ter como sustentar dignamente sua família. Depois da quebra da bolsa, Braddock foi vendo sua renda minguar, não conseguia treinar como deveria, não conseguia se alimentar direito por culpa da falta de dinheiro e a sua carreira e vida pessoal foi ao fundo do poço.

O filme mostra muito bem o drama de um lutador que só sabia fazer isso da vida e que por causa desse abalo econômico que assolava o país e o resto do mundo, se viu obrigado a se virar para sustentar a família e mantê-la unida. O protagonista, o ator Russell Crowe, realiza um belíssimo trabalho e se entregou ao papel de tal forma que teve que emagrecer 23 kg, treinando duro sob a supervisão do ex treinador de grandes pugilistas como Muhamad Ali e Sugar Ray Leonard.

As lutas de James Braddock no filme vem durante a transição deste período negro de sua vida pessoal e o diretor (Ron Howard de "Uma Mente Brilhante"), mostra muito bem que Braddock não luta por paixão ao esporte, por fama, por status ou algo do tipo... ele luta para levar comida pra casa, pra não voltar ao sacrifício da miséria, das privações que seriam impostas para sua família e para si. Até conseguir suas lutas neste período, Braddock foi obrigado a trabalhar temporariamente nas docas, sem emprego garantido e obrigado a engolir o orgulho diversas vezes para dar um mínimo de conforto para sua família. O filme é emocionante e quando começamos a achar que teremos coisas óbvias, nos surpreendemos com a forma como a história e o clima criado nos iludem.

Relação com a história

Agora vamos ao ponto, aquele que falei no início, de ter me lembrado tanto deste filme. Outro dia a Vanuza tinha feito um post sobre as favelas do Rio, da exploração econômica do tema, do preconceito, etc, o que me fez lembrar imediatamente da Hooverville (que também é mostrada no filme). Esse apelido vem de um trocadilho com o nome do então presidente dos Estados Unidos, Herbert Hoover, tido como um dos piores presidentes daquele país, que explicarei melhor pra frente.

Herbert Hoover

Em 1930, após a quebra da bolsa, Hoover pediu ao Congresso uma diminuição das tarifas alfandegárias sobre produtos estrangeiros não-perecíveis, lei que tinha sido recém aprovada, e mesmo tendo um abaixo assinado de mil economistas que achavam que o caminho era justamente o inverso, Hoover aprovou a lei acreditando que assim eles conseguiriam reduzir a competição dos produtos estrangeiros, só que os outros países reagiram e tomaram medidas parecidas, o que fez as exportações americanas despencarem. O desemprego chegou a bater na casa dos 25% no país. O ponto que fez com que Hoover se tornasse o grande vilão foi que ele acreditava que o país se recuperaria sem a intervenção econômica do Governo, rejeitando um monte de leis aprovadas, se justificando por achar que o governo teria mais poderes do que o necessário.

Como uma bola de neve, milhões perderam seus empregos, suas fontes de renda e foram obrigadas a morar em favelas, as tais "Hoovervilles" que citamos antes. Pra quem não conhece este lado da história, chega a soar estranho pensar em favelas nos Estados Unidos! É claro que sobrou para os chefes de estado dos principais locais atingidos, que se tornaram os grandes culpados pela crise, por não terem feito o que era preciso (aos olhos do povo). Até que em 1933 o povo respondeu elegendo Franklin Delano Roosevelt para salvar a pátria através do famoso New Deal, uma série de leis que forneciam ajuda social, empregos através de parcerias entre governo, empresas e consumidores, além de reformar o sistema econômico e governamental americano, prevenindo que futuras recessões pudessem ocorrer novamente.

Franklin D. Roosevelt

Aí entram as coincidências... no auge da grande depressão da década de 30 o desemprego foi subindo, passando pelos 9% até bater nos 25%. Hoje, com essa atual crise da bolsa, o desemprego bate a casa dos 6,6% (dados de agora há pouco, pescado no site da Folha de SP), o pior em 14 anos. Hoover que foi considerado o pior presidente americano, tem hoje ameaçando o seu "posto" a feroz concorrência de George W. Bush, que enfiou o país em duas guerras sem fim (Afeganistão e Iraque), sem motivos muitos claros, além de ter o "azar" de estar sentado na poltrona da presidência no momento dessa crise toda, com a recessão batendo na sua porta. Depois de um presidente não lá muito esperto, em 1933 entra Roosevelt pra tirar o time do buraco. Hoje, depois de um presidente não lá muito esperto, entra Barack Obama com promessas de tirar o time do buraco. Depois de tanta coincidência, agora me digam como não lembrar de "A Luta pela Esperança"?

Além deste filme de hoje ser uma bela lição de superação e uma amostra muito real de como era dura a vida nessa época da história, é uma história belíssima também. Vejam a seguir o trailer:


Caso não consiga ver o trailer, clique aqui!





----------------------------------------------------------------------------------

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

- Bush - parte 02 - A missão

E pra completar a saga de tiração de sarro com a cara do presidente Bush, chegou a hora de mexer com seu caráter belicoso! Pra alegria dos comunistas e marxistas, que vêem a atual crise americana como na verdade o declínio do capitalismo, Bush pegou carona na nuvem negra e está sendo arrastado nesta queda... e o temido homem da guerra agora não passa de um senhor desgastado e sem os imaginados grandes poderes de antes.

Foto de George W. Bush feito com a montagem de cenas de filmes pornográficos

E por falar em guerra, o vídeo de hoje é sobre o verdadeiro homem bomba. E pra isso, nada mais oportuno do que a charge. A charge é a maneira mais divertida de rir dos problemas da atualidade, inclusive aproveito para incentivá-los a visitarem os blogs dos artistas sugeridos aqui no "Arte de quem" na parte "Arte e Artistas" ao lado, onde tem muitos cartunistas conhecidos e outros menos, mas com tanta imaginação como os outros.

E enquanto não aparece outra figura poderosa cômica, vamos rindo do Sr. Bush mesmo.


Caso não consiga ver o vídeo, clique aqui!



-----------------------------------------------------------------------------------

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

- Bush - parte 01 -

Dia 04 de novembro acontecerá as eleições para presidente nas terras do tio Sam. Como eu acredito que vai demorar um pouco pra aparecer outro presidente tão ou mais panaca que o George W. Bush, nada melhor do que aproveitar agora este pouco tempo que sobra de poder pra tirar um sarro com a cara dele. E não é só fora dos Estados Unidos que ele tem essa fama de anta... muita gente por lá também, a TV principalmente, arranca o couro dele. Na verdade, não é novidade ele ser motivo de piada aqui no "arte de quem", pois já homenageamos o presidente no post "O contagiante discurso de Bush", mas nesse caso, nunca é demais tratar deste tema. Hoje vai o primeiro vídeo que ainda estava "guardado" aqui.

Quem não lembra da mais famosa gafe da história, quando foi transmitida para o mundo todo minutos antes da declaração de guerra contra o Iraque, ele ensaiando seu discurso enquanto os maquiadores lutavam pra deixar o cabelo dele no lugar certo? E são inúmeras gafes... o talk-show de David Letterman, um dos mais famosos por lá, fizeram inclusive um top 10 com as cenas mais engraçadas do presidente.

O vídeo de hoje mostra o comediante Will Ferrell, ator de filmes como "O Âncora", "Austin Powers" e "Mais estranho que a Ficção" (este último filme também já foi postado por aqui), interpretando o atual presidente Bush. Infelizmente o vídeo não tem legendas, mas mostra Ferrell como Bush na sua famosa fazenda do Texas falando sobre aquecimento global. Mesmo pra quem não domina o inglês, acho que dá pra perceber o quanto ele sofre por lá com as piadinhas.


Caso não consiga ver o vídeo, clique aqui!



-------------------------------------------------------------------------------

quarta-feira, 21 de maio de 2008

- O contagiante discurso de Bush -

Levante a mão quem não ficaria entediado com um discurso de horas de um político! Ainda mais se tratando de George W. Bush, ícone máximo das gafes no mundo da mídia. Quem não se lembra da hilária cena dele sendo maquiado e decorando um texto numa falha de transmissão que acabou jogando a cena ao vivo para o mundo todo, onde ele anunciaria a sua guerra ao terror?

E como desastre pouco é bobagem para ele, algumas vezes uma situação se torna cômica, mas nem é por culpa dos eventuais erros cometidos pelo presidente. É um caso típico de azar... o cara já tem fama de desastrado e, como vocês verão no vídeo, ainda acontecem pérolas como esta. O vídeo mostra a reação de um garoto que "caiu de pára-quedas" num dos discursos do Bush e não aguenta mais aquele falatório todo. Até parece cena de comédia pastelão!

Segundo conta a "lenda", depois de ver o vídeo com a performance toda, o garoto entrou em contato com a equipe do presidente e oficialmente pediu desculpas pelo ocorrido, justificando que não sabia que o discurso seria tão longo e que por isto mesmo, não tinha tanta culpa. Vejam e tirem suas próprias conclusões.


Caso não consigam ver o vídeo, clique aqui!



---------------------- // -------------------------

sexta-feira, 14 de março de 2008

- Clip - George W. Bush -

É isso mesmo! Você leu o título certo! Há algum tempo apareceu um maluco por aí que resolveu editar um discurso do Bush e fazer de uma forma com que ele cantasse uma música! Que trabalheira deve ter sido... mas ficou legal demais! Colocaram o coitado pra cantar "Sunday Bloody Sunday" do U2. E que escolha mais acertada!

Um pouco de história: a música do U2 trata do Domingo Sangrento, nome dado a uma chacina acontecida em 30 de janeiro de 1972 pelo exército britânico contra um grupo de pessoas desarmadas que faziam uma manifestação pacífica a favor dos direitos civis e contra o governo da Irlanda do Norte, onde 20 pessoas foram feridas e 13 morreram (6 eram menores). Algumas foram até atingidas pelas costas... tremenda covardia!


A manifestação protestava contra a prática do governo irlandês de prender sumariamente pessoas que fossem suspeitas de cometerem atos terroristas. Os soldados britânicos que foram os protagonistas do show de horror atiraram sem qualquer motivo aparente ou aviso prévio. O grupo terrorista IRA (Exército Republicano Irlandês) era o inimigo número 1 do governo e queriam a separação da Irlanda do Norte. Com este episódio, o que seria uma forma de coibir as ações terroristas do IRA acabou se tornando um incentivo para que o grupo terrorista recebesse um enorme número de jovens voluntários e se tornasse ainda mais forte. O Domingo Sangrento marcou o início do conflito que depois se transformou em guerra civil.



Caso não consiga ver o vídeo, clique aqui.