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terça-feira, 5 de agosto de 2014

Um caso de genialidade publicitária

Há quase um ano atrás a LG lançou a TV Ultra Reality (4k) de 84 polegadas, a primeira lançada neste formato... definitivamente um sonho de consumo para qualquer cinéfilo que se preza. Para se ter uma ideia do tamanho do aparelho, este modelo equivale a 4 TVs de 42 polegadas agrupadas. É claro que a TV tem os mais variados recursos possíveis, mas além de suas características, o que chamou a atenção no seu lançamento foi o divertidíssimo vídeo de divulgação que a empresa lançou.

A propaganda (senão me engano, chilena) na verdade é uma brincadeira que foi feita num escritório que recebia candidatos a uma vaga de emprego que, durante a entrevista, são pegos de surpresa ao ver uma cena chocante na TV, que foi disposta na sala de uma forma que mais parece uma janela do que um aparelho. A propaganda é uma jogada de mestre dos publicitários... já foi visto por mais de 16 milhões de pessoas na internet. A LG que tem se destacado no ramo de TVs quando o assunto é inovação, mostra também que sabe como inovar quando o assunto é divulgação.

Veja o vídeo e tire suas próprias conclusões.



Imagem: Google

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Capa Anti-furto

Quem tem carro e mora numa grande cidade do país, geralmente convive com uma série de problemas, seja com manutenção, reabastecimento, estacionamento, enfim... gastos que pesam muito no bolso do motorista no fim do mês. Mas uma das maiores dores de cabeça dos proprietários são com os roubos de carros. Segundo o portal de notícias G1, só na capital paulista o índice de roubos registrou um aumento de 23% entre os meses de fevereiro e março deste ano, enquanto o índice de recuperação destes veículos se manteve estagnado.

E como fazer para se prevenir? São muitas as regras, quase todas simples medidas de precaução, como não deixar nada dentro do carro, utilizar dispositivos de segurança visíveis, ficar atento antes de entrar na garagem, enfim, nenhuma delas são ações mirabolantes para afugentar a bandidagem. Porém, o vídeo de hoje mostra uma solução bem humorada num comercial do Kia Spectra para que nenhum bandido tente roubar o seu carro... uma impressionante capa anti-furto. Vale a pena ver!

Caso não consiga ver o vídeo, clique aqui!

Imagem: Google

segunda-feira, 17 de junho de 2013

O sonho de toda mulher

Falar do mundo feminino é uma coisa muito complicada para nós, pobres homens que padecemos frente a este universo de caprichos e sutilezas difíceis de assimilar. Mas o que é fácil de perceber é que a competitividade entre mulheres é absurda... Ainda mais quando se refere à estética! Uma coisa que é bem fácil de ouvir entre elas é o quão bom seria se pudesse tirar um pouco daqui e colocar ali.

Pois é exatamente este desejo insólito que o video de hoje mostra. É um comercial tailandês super criativo de um chá verde diet que tem por lá. Divertidíssimo!

Caso não consiga ver o vídeo, clique aqui!


Imagem: Google

quarta-feira, 6 de junho de 2012

A moda do politicamente correto

Se tem uma coisa (chatíssima) que atualmente vem se infestando por todos os setores é essa onda do políticamente correto. Vaza pelas bordas os discursos moralistas. Existem até especialistas em dar sermão, dos quais são publicados periodicamente em vídeos no youtube, onde mostram alguém teatralmente indignado falando sobre os costumes decadentes. É claro que há muitas coisas erradas (como sempre houve), mas espera um pouquinho... o fim do mundo está mais além!

E ninguém está imune... o cantor Chico Buarque, por exemplo, lançou no ano passado o disco "Chico" e logo na primeira música, uma frase de impacto chamou a atenção dos críticos, que despertaram do sono profundo assustados com a frase "(...) é como amar uma mulher sem orifícios (...)". O detalhe é que não prestaram atenção ao contexto da música e a partir daí, o alvo era óbvio: Chico Buarque! Um jornal até colocou sua música num ranking das letras mais infelizes da MPB. Basta ouvir a letra com atenção para perceber que não há a tal "heresia" apontada, apesar das palavras fortes.

Observando situações como estas, é mais do que natural achar que o mundo se tornou um lugar muito complicado de se viver. Fazer uma crítica ou dar uma opinião pessoal, principalmente quando se trata de uma pessoa pública, é quase um risco. Não há mais a visão macro... tudo é visto pelo lado da discriminação, tudo é visto na maldade. Clássicas canções infantis foram mudadas em nome do politicamente correto. Eu fico aqui pensando comigo que já houveram gerações que cresceram ouvindo as mesmas cantigas do jeito "errado" original e nem por isso se tornaram sádicos, que atiravam o pau no gato só para ver o "miau". E quando se trata de uma crítica, então? Criticar (salvo exceções, é claro) é pedir pra ser processado... como se o dinheiro curasse qualquer honra ferida. Nem as piadas (no Brasil, principalmente) tem escapado dessa malha fina, como foi o caso do humorista Rafinha Bastos que fez uma piada infeliz e foi praticamente linchado pela opinião pública.

Exemplos para isto não faltam. No mês passado, o lutador filipino Manny Pacquiao, campeão mundial de boxe, sofreu na pele por conta de uma opinião pessoal, que acabou sendo aumentada e espalhada pelos meios de comunicação e que gerou um turbilhão de reações. O que aconteceu foi que Pacquiao deu uma entrevista, publicada num site, sobre não concordar com o presidente Barack Obama sobre o casamento gay. O site, por sua própria conta, aproveitou a deixa e colocou um trecho da bíblia que condena a união e aí começaram as reações. Os patrocinadores do lutador se irritaram com a opinião, que gerou uma série de protestos nas páginas da empresa e um shopping cancelou um evento publicitário. O lutador voltou à mídia para se explicar, dizendo que apenas não concordava com a união, e não que estava condenando os gays.

Mas enfim, o assunto é muito extenso... para ilustrar o post de hoje, como de costume, segue um vídeo do extinto programa humorístico dos anos 80 "TV Pirata", que mesmo com mais de 20 anos, ainda soa incrivelmente atual. O vídeo trata, com a ironia que era marca do programa, a forma extremamente séria como coisas banais são encaradas no país. Vejam e tirem suas conclusões:



Imagens: Google

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Desafiando as leis da física

Antes de começar o assunto de hoje, deixo aqui o meu sincero agradecimento para o grande Marcello Maddy Lee do blog Plano Z, onde sempre tem uma novidade musical e que fez um post / homenagem muito legal e que me pegou totalmente de surpresa... valeu mesmo, camarada! E voltando o foco para o assunto deste blog, hoje vamos tratar de cinema! Ah, o cinema... lugar onde tudo é possível e os mocinhos sempre (ou na maioria das vezes) vencem os bandidos, restabelecendo a harmonia, a paz, a felicidade e os bons costumes, nem que pra isso sejam feitas as coisas mais absurdas, como desafiar as leis da física, por exemplo. Nos filmes atuais de ponta, que tem uma estrutura melhor preparada no seu roteiro e que faz com que coisas impossíveis ganhem um ar de possível, os exageros tendem a serem feitos de uma forma sutil (salvo os filmes do James Bond e o último do Indiana Jones). Mas agora respondam sem pensar muito: onde é o lugar que mais é feito filmes por ano, com bilheterias de milhões de pessoas, superproduções e atores com status de semi-deuses? A resposta é Bollywood, a Hollywood de Bombaim, na Índia!

Já falamos de Bollywood aqui há uns anos atrás num post, mas ainda não tínhamos tratado propriamente de um filme típico da Bollywood... e agora chegou a hora. Os filmes de Bombaim (ou Mumbai, se preferirem) fazem muito sucesso na Ásia e em países onde há grandes comunidades indianas, como Estados Unidos e Reino Unido. Tradicionalmente, são falados em hindi e abusam da fórmula do entretenimento escapista, seja adotando o melodrama, relação familiar, muita música (cheios de coreografias), longos (duram em média, 3 horas) e tramas alocadas em belos cenários.

Mas quando se fala em exagero, em filmes que riem das leis da física, não há exemplo melhor que o filme Singham, do diretor Rohit Shetty, lançado no meio deste ano e que conta a história do inspetor Bajirao Singham (vivido pelo ator Ajay Devgan), policial honesto e trabalhador de uma cidadezinha de Goa que luta contra a injustiça e a desigualdade, utilizando para isto os seus próprios princípios éticos e morais. E eis que surge o vilão, Jaykant Shikre (Prakash Raj), político corrupto e criminoso que quer dar um basta no impetuoso inspetor, fazendo da sua vida um inferno. Aí, já viu... o cara só falta fazer chover. Tá pensando que cara macho mesmo é o Rambo, o Chuck Norris, o Capitão Nascimento? Para aqueles que estão duvidando, o vídeo fala por si.

Caso não consiga ver o vídeo, clique aqui!

Imagens: Google

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Cômico ou Trágico?

Ligue a TV num telejornal qualquer e eu aposto com qualquer um que pelo menos uma vez o tema violência vai entrar na pauta... em alguns deles, praticamente domina o programa todo. A violência, infelizmente, faz parte do nosso dia a dia (e pensando bem, provavelmente sempre fez) e nas notícias, ela é uma das protagonistas, se não for a principal. A situação atual é tão trágica, que algumas vezes chega a ser cômica... o que é um prato cheio para os comediantes!

Um belo dia, perambulando pelo youtube, descobri um vídeo que é uma sequência do curta "O Assalto nosso de cada dia", produzido pela ERD filmes. Este vídeo estava na agulha há muito tempo, esperando uma boa oportunidade para figurar aqui. Neste vídeo, um assalto de rua é tratado com humor quando o assaltante é tão mão aberta que todo o seu lucro parece ir por água abaixo.

Caso não consiga ver o vídeo, clique aqui!

Imagens: Google Imagens

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Nem sempre é o que parece

Como já pregava São Tomé, um dos doze apóstolos de Jesus, "é preciso ver para crer!". Muita gente concorda e assina embaixo, mas nem sempre as coisas são exatamente do jeito que parecem ser. E exemplos para esta máxima não faltam... o assunto é um campo fértil e às vezes, as agências de publicidade exploram muito bem o tema. No Brasil, nos anos 80 / 90, um shampoo anticaspa ficou conhecidíssimo por conta da sua propaganda que trazia o slogan: "parece, mas não é!".

O vídeo de hoje é uma série de comerciais da empresa norte-americana Ameriquest Mortgage Company, especializada em financiamentos de hipotecas, que mostra situações que, à primeira vista, fazem com que os protagonistas sejam pegos em situações constrangedoras, causadas por um mal entendido da situação. E os comerciais são hilários! Veja abaixo:

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Imagem: Google Imagens

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

O que tem mais poder para distrair um homem?

Como geralmente acontece, estava eu sem rumo navegando pela internet até que me deparo com o vídeo do post de hoje. É um comercial alemão que abusa da criatividade, mostrando o que é mais poderoso quando se trata em distrair um homem... e tudo isto aplicado justamente no momento mais decisivo de uma partida de futebol: num penalti. Não há muito o que dizer... o negócio é ver mesmo!

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quarta-feira, 13 de outubro de 2010

O casamento entre a comédia e a música

...E no início, o cinema era mudo! Passaram-se anos e anos com filmes não-falados. As falas eram apenas a astúcia da expressão corporal de atores, alguns deles geniais na sua forma de falar sem dizer nada. Nessa época, havia também o pianista de cinema mudo. O trabalho do pianista era o de acompanhar musicalmente o filme (um artifício para talvez não tornar o filme tão massante), ou entreter o público nos intervalos ou antes do filme se iniciar. O grande maestro Heitor Villa Lobos já exerceu a extinta profissão. O casamento entre a música e o filme se mostrou importantíssima para criar um clima que conduziria com mais eficiência o público para a tensão ou a descontração da cena... e lá estava o embrião da trilha sonora.

Esse casamento entre a música instrumental (muitas vezes, erudita) sempre foi um terreno muito fértil para a comédia explorar, algumas vezes sem precisar dizer nenhuma palavra, seja na época do cinema mudo, em desenhos animados ou até mesmo atualmente. Para exemplificar tudo o que escrevo aqui, vai abaixo três ótimos vídeos que se enveredam por este tema... a comédia musical.


Rowan Atkinson e Beethoven

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Charles Chaplin e Brahms

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Pica Pau e Chopin

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quarta-feira, 16 de junho de 2010

A repercussão do "Cala Boca, Galvão"

No último post, falamos aqui da campanha "Cala Boca, Galvão" que desde o início da copa vem sendo a mais comentada no microblog twitter e, como já havíamos previsto aqui, muita coisa ainda iria rolar e rolou. Até mesmo a improvável divulgação da "pegadinha" brasileira na TV Globo e o comentário do próprio Galvão Bueno apareceu, assim como faixas no jogo de estréia da seleção brasileira (rapidamente tirada do estádio). Chegou até a ser cogitado se não tinha dedo da própria TV Globo na retirada tão rápida da faixa no estádio em Joanesburgo, o que foi negado pela emissora.

E pra finalizar o assunto (desde que ele não tome proporções maiores do que as de então), veja abaixo a reportagem do programa Central da Copa da TV Globo, onde tem uma explicação mais detalhada da brincadeira e a entrevista do "homenageado" Galvão Bueno. Imaginem então o que espera o mundo pra Copa de 2014!?


Caso não consigam ver o vídeo, clique aqui!

terça-feira, 15 de junho de 2010

Os Destaques da Copa do Mundo

...E começa a Copa do Mundo na África do Sul!! Muitos são os destaques da primeira copa no continente africano, como as vuvuzelas (de som comparado ao de uma mosca varejeira, pelo presidente Lula), a criticada Jabulani (a bola oficial da competição), o polêmico Maradona e sua "performance" extra campo, mas enfim... são muitos os pontos marcantes desta edição. Mas uma figura fora das quatro linhas já pode ser considerada uma celebridade da Copa 2010: o locutor global Galvão Bueno!

O principal locutor esportivo da TV Globo, talvez por conta de suas gafes cada vez mais frequentes, um ar algumas vezes prepotente e o protecionismo com alguns jogadores, entre outras coisas, há algum tempo fez com que Galvão deixasse de ser uma unanimidade e se transformasse em alvo preferencial de brincadeiras por parte dos brasileiros. A mais recente delas, transformou o nome de Galvão Bueno como o mais citado mundialmente no microblog Twitter graças a estas brincadeiras, o que confundiu muitos estrangeiros que não sabiam do que se tratava.

Nos últimos dias, "Cala a Boca, Galvão" foi cogitado como um novo hit da cantora Lady Gaga, virou nome de campanha para salvar uma ave ameaçada de extinção no Brasil com direito até a uma fundação e ganhou notoriedade mundial, surgindo em matérias de jornais como o El País (Espanha), New York Times (EUA) e Folha de SP. E como uma mentira contada por muitos acaba ganhando ares de verdade no imaginário popular, a piada só está crescendo. A suposta ave ganhou até nome científico (Silentius Galvanius) do escritor Paulo Coelho, que colocou ainda mais lenha na fogueira da brincadeira. E olha que o Brasil nem estreou na Copa ainda...

E abaixo, Galvão Bueno nos bastidores da transmissão do show de abertura da Copa do Mundo 2010, empolgado com a performance da cantora Shakira.


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Veja o vídeo (falso) de divulgação da campanha "Cala a Boca, Galvão".


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Crédito das imagens: Google Imagens

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Forrest Gump em um minuto

O belíssimo filme "Forrest Gump - O contador de histórias", vencedor de 6 oscars em 1995 (incluindo o de melhor filme, diretor e ator), marcou a história do cinema principalmente por seus efeitos, onde o personagem principal interpretado por Tom Hanks interage com personalidades famosas da história como John Lennon, John Kennedy, Richard Nixon, entre outros. Foi um sucesso estrondoso... tanto é que é muito difícil encontrar alguém que não tenha visto pelo menos uma parte do filme. O grande êxito do filme é o seu roteiro que, mesmo com duração de mais de 2 horas e meia, consegue prender a atenção do público.

Rodando pela internet, encontrei este vídeo muito criativo que conta a história do filme em apenas 1 minuto, feito em apenas 1 take e da forma mais informal possível. Foram feitos outras versões de 1 minuto para vários filmes famosos como por exemplo Kill Bill, Star Wars, Matrix, Homem Aranha, Coração Valente, Wall-e, etc, mas dos que eu encontrei, Forrest Gump sem dúvida foi o melhor. Perfeito para quem não tem a mínima paciência para ver um filme inteiro e ainda quer dar algumas risadas.

Forrest Gump em 1 minuto:

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e de brinde, aqui vai o Kill Bill (vol 1 e 2) em 1 minuto:

Caso não consiga ver o vídeo, clique aqui!

Créditos das imagens: Google Imagens

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Manual Básico para Reportagem

Em meados do ano passado, uma comissão do STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu que o diploma de jornalismo não era mais um item obrigatório para exercer a profissão... a notícia caiu como uma bomba para os formandos e formados em jornalismo. Com a popularização da internet no país, surgiram cada vez mais blogs sobre notícias, muitas vezes de pessoas que não eram necessariamente formadas em jornalismo, focando um lado mais pessoal da notícia, o que de uma certa forma foi um dos motivos inspiradores da polêmica decisão. A justificativa do relator Gilmar Mendes foi a de que os danos a terceiros não são inerentes à profissão de jornalista e que não poderiam ser evitados com um diploma, acrescentando ainda que notícias não-verídicas são graves desvio de conduta e problemas éticos que não encontram solução na formação superior do profissional.

Na verdade, a lei deverá ter pouca ou nenhuma influência na situação dos atuais cursos superiores de jornalismo, já que a não obrigatoriedade do diploma não significa o fechamento dos cursos, afinal, o preparo técnico dos profissionais é importante e deve continuar nos moldes de cursos como o de culinária, moda ou costura, nos quais o diploma não é requisito básico para o exercício da profissão e serão as empresas de comunicação que deverão estipular os critérios de contratação que naturalmente devem beneficiar os detentores do diploma na área, afirmou ainda o relator.

Depois de toda a polêmica deste assunto, o humorista "stand up" Rafinha Bastos, conhecido do público por estrelar o programa "CQC - Custe o que custar" da TV Band, apresenta aqui um pequeno e divertido manual de como se fazer uma reportagem padrão, que na verdade é um modelo norte-americano seguido por muitos jornalistas pelo mundo, como podemos observar diariamente também na TV brasileira. O vídeo na verdade foi inspirado na obra "How to Report The News" do jornalista e humorista britânico Charlie Brooker. E já que no Brasil não é mais obrigatório um diploma de jornalismo, aqui vai um manual "faça-você-mesmo-o-seu-telejornal". Confira!



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quarta-feira, 15 de abril de 2009

- O Humor de Hoje em Dia -

Assistir um bom programa humorístico na TV brasileira hoje tem sido um desafio e tanto. Quando falo de um bom programa, quero dizer de humor inteligente, sem fórmulas gastas e ultrapassadas e que de preferência não abusem do apelo sexual barato. Ao meu ver, o grande problema de alguns programas é que, quando eles começam bons (como foi com "A Grande Família"), eles ancoram naquela fórmula e ficam anos apenas substituindo o contexto... acaba virando um tédio.

Não concorda? Pois então vamos aos argumentos: assista a "A Praça é Nossa" ou ao "Zorra Total" (se você tiver paciência pra isso) e preste atenção nas piadas. Depois, procure no youtube por algum quadro destes mesmos programas de 2 ou 3 anos atrás e tente encontrar alguma diferença. Se você encontrar, me diga porque até hoje eu não achei! E não é exclusividade apenas destes programas... por exemplo, o "Casseta e Planeta" já é há alguns anos uma repetição deles próprios a cada programa inédito. Outro ponto infâme destes programas são as risadas de fundo gravadas (ou forçadas) que corta qualquer barato.... talvez colocados como instrução para o público saber quando é a hora certa pra dar risada. Isso é da época do guaraná com rolha! E não pense que tudo isso é implicação... um dos grandes sucessos da TV no final dos anos 90, o programa "Sai de Baixo" era praticamente um remake de "A Família Trapo" do final dos anos 60 e o "Sai de Baixo", por sua vez, acabou inspirando a fórmula do programa "Toma Lá, Dá Cá" da Rede Globo. A TV brasileira nestes anos prova por A mais B que está sem inspiração para a comédia, explorando o humor pastelão forçado, apenas citando uma das características para não ficar muito chato.


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Outro ponto que observo no humor televisivo são as piadas recicladas. Programas humorísticos dos primórdios da TV tem quadros exatamente iguais aos que figuram hoje nos principais programas. Um ótimo exemplo disto é um quadro que tem hoje no programa "Zorra Total" que é exatamente igual a um quadro do antigo humorístico "Faça Humor Não Faça Guerra" do final dos anos 60 / início dos anos 70, também da TV Globo. O quadro em questão é um do personagem Nerso da Capitinga em que ele fica sempre tentando convencer uma garota (nua) a sair de trás da cerca. Pois este mesmo enredo foi usado no "Faça Humor Não Faça Guerra" há quase 40 anos atrás.


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Entre remakes e reciclagens, surge uma luz no fim do túnel. Quando surgiu o programa "CQC - Custe o Que Custar" na TV Band, a inovação começava a aparecer na TV, com o humor jornalístico fugindo um pouco da apelação do programa "Pânico na TV", mais ou menos no mesmo formato já utilizado em países como a Argentina, utilizando o humor da comédia Stand Up. A comédia Stand-Up funciona através do raciocínio rápido dos atores, que utilizam a reação da platéia como termômetro para saber se uma piada está dando certo ou não... ou seja, algo muito complicado de se fazer. Para ter uma idéia do que é, vai o vídeo a seguir do espetáculo "Improvável", grande sucesso na internet, onde a Cia "Os Barbixas" fazem o seu show como se fosse um game show, mas tudo na base do improviso e da participação da platéia, sempre com a participação de um ator convidado. A idéia é tão boa que a MTV resolveu investir e criou o programa "Quinta Categoria", onde a mesma fórmula usada pelo grupo Os Barbixas no espetáculo "Improvável", é utilizada (inclusive, o programa conta com a participação deles). Já é um bom sinal de renovação. Confiram o vídeo.


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terça-feira, 23 de dezembro de 2008

- A outra face do Natal -

Na verdade, o Natal deixou de ser minha data preferida já há algum tempo, talvez por conta de simbolismos que não condizem com a realidade. Na verdade, não sei bem o porquê de minha cisma, mas é claro que eu não deixo de respeitar a data e acabo entrando na onda pra não parecer um cara antipático para aqueles que acreditam. De fato, acho que o reveillón é uma data muito mais interessante, mas não vem ao caso agora. Como estamos com o natal batendo a porta e com toda aquela comoção consumista da data propagada pela mídia em todo o canto, achei que seria bem apropriado falar sobre o natal aqui.

Já não é nenhuma novidade que o dia de Natal é a comemoração do nascimento de Jesus de Nazaré, mas aqui pra nós, ele nasceu que dia mesmo? Não! Não é no dia 25 de dezembro. O dia 25 de dezembro foi escolhido pela igreja católica como o melhor dia para o Natal, afim de coincidir a data com os rituais pagãos do solstício de inverno de vários povos e desta forma, acharam uma bela saída para cristianizar a data. Antes disso, a data simbolizava o nascimento do deus persa Mitra e a velha Roma celebrava também nesta data a Saturnália em homenagem ao deus Sol (Saturno), com festividades e a tradicional troca de presentes. Soa familiar? Mas a escolha da data não foi aleatória... como a data era a comemoração na honra do deus Sol, com a mudança a simbologia da data caía como uma luva como o natal sendo o nascimento de Cristo, afinal, o Sol era tido como a morada do Cristo Cósmico.

Existe ainda outro ponto curioso: a bíblia diz que na noite em que Jesus nasceu, haviam pastores cuidando das ovelhas nos campos. Mas o mês judaico correspondente a novembro (na verdade, entre novembro e dezembro) era frio e chuvoso. No mês seguinte, o que encaixa no dia 25 de dezembro, ocorrem as temperaturas mais baixas do ano, com nevadas ocasionais que são confirmadas pelos profetas Esdras e Jeremias, ou seja, é meio improvável que eles estivessem nos campos na noite de 25 de dezembro. Mas o fato que o natal não é o dia verdadeiro do nascimento de Cristo já não é nenhuma novidade também, já há um bom tempo.

Ao longo do tempo alguns outros símbolos foram incorporados, como a figura do Papai Noel, inspirada em São Nicolau, que por sua vez ganhou como presente sua prisão, pelas ordens do imperador romano Dioclécio, que não era muito simpatizante do Cristianismo. Mas como o mundo dá muitas voltas, o imperador seguinte, Constantino, logo em seguida converteu o império romano ao Cristianismo e dessa vez o presente pra São Nicolau foi a liberdade. São Nicolau, que também é santo patrono da Rússia e da Grécia, foi associada ao natal pelas igrejas protestantes na Alemanha devido a sua fama de caridoso com os necessitados e também pelo fato do dia de São Nicolau ser dia 06 de dezembro, dia em que as pessoas trocam presentes. Ou seja, ideal!

A figura moderna do papai Noel por sua vez deve seus créditos a um jornal. Em 1822, Clement C. Moore escreveu o poema "A Visit from St. Nicholas", retratando papai Noel passeando em um trenó puxado por oito pequenas renas, o mesmo modo de transporte utilizado na Escandinávia. O primeiro desenho retratando a figura do bom velhinho como conhecemos nos dias atuais foi feito por Thomas Nast e foi publicado no semanário "Harper's Weekly" no ano de 1866. Alguns dizem também que papai Noel só usa vermelho por causa da Coca Cola, mas na verdade, foi idéia de Thomas Nast. O que a Coca-cola realmente fez foi adotar o vermelho da versão de Nast para fazer uma grande campanha publicitária, o que fez com que a imagem do papai Noel de roupa vermelha fosse difundido pelo mundo afora e desta forma, acabou servindo também para alimentar ainda mais este mito.

Mas deixando todos estes fatos à parte, o que vale mesmo é toda a importância da simbologia da data... e Feliz Natal pra todos!

E como no Arte de Quem tem que rolar um vídeo pra animar a garotada, vai abaixo um comercial da C&A muito engraçado sobre o que aconteceu com a sua cartinha que outro dia foi mandada para o famoso Papai Noel.



Fontes: Wikipédia e A Lenda do Papai Noel

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

- DesenBUSH -

Pergunta: Será que Obama vai ter a mesma habilidade como presidente?

E lá está o excelentíssimo senhor presidente dos Estados Unidos, já tão comentado aqui neste blog, mostrando toda a sua habilidade em (se) desviar dos problemas que surgem. É claro que não ia demorar nada para que o fatídico episódio da já clássica sapatada, virasse "arte pop" pela internet. Já surgiu um jogo online onde você mesmo pode dar as suas sapatadas em Bush, como já surgiram diversas imagens animadas em arquivos gif, contando o acontecido da sua própria maneira e esbanjando criatividade.

Caso você não more neste planeta e ainda não tenha tomado conhecimento do tal "atentado", no último domingo (dia 14/12) durante uma entrevista coletiva em Bagdá, o jornalista iraquiano Muntazer al-Zaidi levantou-se, xingou e atirou um sapato bem na cara do presidente americano, que mostrando reflexos cinematográficos, se desviou do primeiro projetil. Não contente, o jornalista jogou o segundo sapato, mas esse passou longe. Logo em seguida, seguranças dominaram o repórter que foi preso. Segundo as más línguas, ele foi preso justamente porque errou a sapatada. No Iraque, atirar sapatos a alguém é uma ofensa grave, que significa mais ou menos que o sujeito não é digno do chão que pisa.

Hoje foi veiculada uma carta onde o repórter Zaidi pede desculpas pelo acontecido (será mesmo?). Mas já era tarde... ele já é o herói nº 1 dos anti-Bush de plantão, neste mundão afora. Vejam a criatividade da fértil mente humana e mais abaixo, o vídeo com o episódio.

Situação 01 - O treinamento:


Situação 02 - o que aconteceria se o repórter acertasse:


Situação 03 - Pastelão:


Situação 04 - Especial de Natal:


Situação 05 - O Sapato Mortal:


Situação 06 - A pisada:


...E o vídeo na íntegra com o que aconteceu:



sexta-feira, 14 de novembro de 2008

- Comercial Cerveja Bud Light -

Hoje vamos mudar um pouco o tom muitas vezes sério aqui do "Arte de Quem" e partir para o humor, porque é sempre muito bom dar umas risadas e não tem contra-indicações. Na vida da gente sempre acontece situações em que, levados pela empolgação do momento, topamos qualquer parada, mas isso até pensarmos um pouco na situação e na hora H... a coisa muda de figura. São situações normais que acontecem com todos, de uma forma ou de outra. Ou vai dizer que você nunca foi num parque de diversões em que aquele brinquedo que parecia ser demais, de repente se mostrasse uma roubada, dizendo pra você cair fora, tentado a acompanhar a sua coragem que resolveu fugir!? Nessas horas precisamos de uma boa dose de encorajamento, que pode vir das mais variadas fontes.

Isso é muito bem exemplificado neste inspirado comercial da cerveja Bud Light, marca reconhecida principalmente pelo bom humor dos seus comerciais. A Bud Light, que surgiu como uma opção da famosa Budweiser para uma cerveja com baixo teor alcoólico e calórico, é hoje a cerveja mais consumida nos Estados Unidos, superando até a própria Budweiser. Mas aí já é outra história!

Vejam o vídeo:





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terça-feira, 21 de outubro de 2008

- One Froggy Evening -

Hoje aqui no Arte de Quem vamos inovar um pouco e tratar de desenho animado! Mas não é um desenho qualquer... é um clássico de 1955 da Warner Brothers. Com um humor ácido e sempre atual, este pequeno desenho de pouco mais de 6 minutos é tido por muitos como um dos melhores já feitos. Em 1994, numa votação para escolher o top 50 dos melhores desenhos de todos os tempos, One Froggy Evening ficou em 5º lugar. Este desenho é sem dúvida um grande sucesso.

O seu criador, Chuck Jones, é um dos imortais da arte da animação, criando outros personagens famosos como o Papa-léguas, o Coyote e o gambá galanteador francês, Pepe Le-Pew. Mas Chuck Jones começou de baixo, então nos estúdios da Disney... seu primeiro emprego foi como lavador dos acetatos dos desenhos. Aos poucos foi conhecendo outros desenhistas que também viraram lendas, foi crescendo e um belo dia, foi para um estúdio pequeno que logo em seguida foi adquirido pela Warner.

One Froggyy Evening trata basicamente da ganância das pessoas diante das oportunidades que teoricamente podem deixar a vida mais fácil. No entanto, o que mais me chama a atenção neste desenho é que ele consegue ser universal, por não ter uma única fala de nenhum dos personagens (exceto pela cantoria do sapo), mas que todos em qualquer parte do mundo entendem perfeitamente o que se passa. Inclusive, este "universalismo" foi um artifício muito defendido por Charles Chaplin nos seus filmes, resistente quanto a possibilidade do seu personagem falar, preocupado com o público que não falava o inglês.

Este até poderia ser um desenho mudo, se não fosse as músicas cantadas pelo sapo, que mais tarde foi batizado de Michigan J. Frog, por causa de uma das músicas cantadas, que digamos de passagem, foram super bem escolhidas. Músicas como "Hello! Ma Baby" (de 1899), "The Michigan Rag" (composta para o desenho), "Come Back to Erin" (1866), "Won't you Come Over to My House" (1906), um trecho da ópera do "O Barbeiro de Sevilha", entre outros, são cantadas com propriedade pelo sapo cantor.

A inspiração para o sapo cantor veio da lenda do Old Rip, um sapo que foi sobreviveu 31 anos numa coluna de concreto de uma construção no Texas (de 1897 a 1928). Chuck Jones também faz uma clara homenagem ao Ragtime, um estilo musical famoso pela performance do dançarino Bert Williams.

Mas agora, chega de papo e vamos ao desenho... e por hoje é só, pessoal!!



Quer baixar o desenho? Então, clique aqui!



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sexta-feira, 3 de outubro de 2008

- Bush - parte 02 - A missão

E pra completar a saga de tiração de sarro com a cara do presidente Bush, chegou a hora de mexer com seu caráter belicoso! Pra alegria dos comunistas e marxistas, que vêem a atual crise americana como na verdade o declínio do capitalismo, Bush pegou carona na nuvem negra e está sendo arrastado nesta queda... e o temido homem da guerra agora não passa de um senhor desgastado e sem os imaginados grandes poderes de antes.

Foto de George W. Bush feito com a montagem de cenas de filmes pornográficos

E por falar em guerra, o vídeo de hoje é sobre o verdadeiro homem bomba. E pra isso, nada mais oportuno do que a charge. A charge é a maneira mais divertida de rir dos problemas da atualidade, inclusive aproveito para incentivá-los a visitarem os blogs dos artistas sugeridos aqui no "Arte de quem" na parte "Arte e Artistas" ao lado, onde tem muitos cartunistas conhecidos e outros menos, mas com tanta imaginação como os outros.

E enquanto não aparece outra figura poderosa cômica, vamos rindo do Sr. Bush mesmo.


Caso não consiga ver o vídeo, clique aqui!



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quarta-feira, 1 de outubro de 2008

- Bush - parte 01 -

Dia 04 de novembro acontecerá as eleições para presidente nas terras do tio Sam. Como eu acredito que vai demorar um pouco pra aparecer outro presidente tão ou mais panaca que o George W. Bush, nada melhor do que aproveitar agora este pouco tempo que sobra de poder pra tirar um sarro com a cara dele. E não é só fora dos Estados Unidos que ele tem essa fama de anta... muita gente por lá também, a TV principalmente, arranca o couro dele. Na verdade, não é novidade ele ser motivo de piada aqui no "arte de quem", pois já homenageamos o presidente no post "O contagiante discurso de Bush", mas nesse caso, nunca é demais tratar deste tema. Hoje vai o primeiro vídeo que ainda estava "guardado" aqui.

Quem não lembra da mais famosa gafe da história, quando foi transmitida para o mundo todo minutos antes da declaração de guerra contra o Iraque, ele ensaiando seu discurso enquanto os maquiadores lutavam pra deixar o cabelo dele no lugar certo? E são inúmeras gafes... o talk-show de David Letterman, um dos mais famosos por lá, fizeram inclusive um top 10 com as cenas mais engraçadas do presidente.

O vídeo de hoje mostra o comediante Will Ferrell, ator de filmes como "O Âncora", "Austin Powers" e "Mais estranho que a Ficção" (este último filme também já foi postado por aqui), interpretando o atual presidente Bush. Infelizmente o vídeo não tem legendas, mas mostra Ferrell como Bush na sua famosa fazenda do Texas falando sobre aquecimento global. Mesmo pra quem não domina o inglês, acho que dá pra perceber o quanto ele sofre por lá com as piadinhas.


Caso não consiga ver o vídeo, clique aqui!



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