terça-feira, 20 de maio de 2008

- Clip - Unkle -

Unkle - Rabbitt In Your Headlights

Já fazia algum tempo que os meus posts estavam mais voltados para a parte do cinema e pensando nisso resolvi que já era hora de variar um pouco o assunto, então, vamos colocar um pouco de música na área.

Mas para não fugir totalmente do nosso princípio que é o vídeo, vamos colocar o clip da música "Rabbitt In Your Headlights" do Unkle, que é muito louco! O Unkle é uma banda inglesa de trip-hop e que, nesta música, conta com a participação especial do Thom Yorke, vocalista da banda Radiohead. Esta música na verdade está muito mais pro estilo do Radiohead.

O clip mostra um maluco que anda no meio da pista de um túnel, indiferente aos carros e a tudo o que acontece em sua volta, sempre falando sozinho e preso no seu próprio mundo. O vídeo se desenrola e durante o seu caminho, alguns carros o atropelam, mas ele parece não sofrer absolutamente nada. O clip prende nossa atenção pela curiosidade despertada em saber o que vai acontecer com o maluco e no seu combate da fragilidade e pequeneza do seu corpo contra a força e a potência dos carros. E... aí vocês terão que ver!!



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terça-feira, 13 de maio de 2008

- Trailer - Mais estranho que a ficção -

Ultimamente tenho dado uma sorte danada de conseguir ver filmes bons. Este aqui foi um filme que eu já estava há um tempão querendo ver (foi lançado no início do ano passado), mas talvez por eu estar longe de tudo acabou dificultando um pouco, mas finalmente consegui e comprovei o que eu já estava esperando mesmo. Um belo filme!!!

O filme fala da vida de um funcionário da receita federal dos Estados Unidos chamado Harold Crick. É um cara sistemático e que vive uma vida estritamente regrada. Harold acorda pela manhã sempre a mesma hora, escova os dentes 35 vezes para um lado, 35 pro outro (e ele fica contando... hehehe), vai até o ponto de ônibus exatamente a mesma hora, faz contas complicadas de cabeça e vive uma vida automática, super solitária. Até que um belo dia ele começa ouvir alguém narrando o que ele está fazendo e pensando!!! Mais tarde descobre que na verdade ele é um personagem de um livro e descobre que ele irá morrer. Até que decide então procurar um especialista em literatura (Dustin Hoffman) pra descobrir como mudar isso.

Além de um enredo muito louco, o filme passa uma mensagem super bonita. Vale a pena ver!!!




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segunda-feira, 12 de maio de 2008

- Trailer - Cloverfield

Um belo dia enquanto abria o meu e-mail, vejo uma newsletter (ou mala direta, como queiram) da Paramont Pictures. Lá falava sobre um filme chamado Cloverfield - Monstro... nem dei muita importância, afinal, com um título tão idiota como este, o filme na certa seria mais um daqueles furrecas do gênero. Outro dia aparece outra mensagem falando novamente do filme e assim se seguiu por algumas semanas. E a velha tática do marketing insistente despertou minha curiosidade. Será que esse filme vale a pena?

Até que surgiu a oportunidade de vê-lo. Sem grandes expectativas, comecei a ver o tal filme. O começo do filme já mostrou que era diferente... um personagem pega a sua câmera e começa a filmar o apartamento de uma suposta namorada. Daí por diante vão se seguindo alguns cortes na gravação e o filme se desenrola sempre sob a visão daquela câmera e assim vai durante os 18 minutos iniciais (em cinema, dizem que esta é a parte da construção do personagem). O detalhe do filme sempre ser visto pelo ângulo daquela câmera funciona tão bem que o espectador sente-se dentro do filme e até esquece que, como o título já sugere, existe um monstro... ainda mais porque essa fase demora mais do que o normal pra um thriller. Em alguns momentos fiquei tentado a deixar o filme pra lá e cair fora. Até que de repente as coisas esquentam de vez e o filme realmente acontece. A tensão é enorme e a gente fica preso na teia pegajosa da trama.

Não é uma coisa inovadora mostrar um filme como se o personagem estivesse filmando (vide Bruxa de Blair), só que este filme funciona muito melhor. Com certeza o diretor estudou diversos registros do atentado de 11 de setembro para criar o clima de terror do filme. Eu sempre achei que pra um filme ser bom de verdade, ele tem que fazer a gente mais ou menos 'acreditar' que aquilo tudo alí é uma situação real e Cloverfield consegue com louvor.

O trailer dá uma pequena amostra do que é.




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